Inacreditável!

by Alexander Cesar on July 29th, 2010

Saca só a parada!

No melhor estilo “Galvão, filma nóis!”

Nem acredito! 9 períodos depois e eu tô vendo a parada funcionando! E eu sou tooooooooosco! tem que ver o da rapaziada aqui da sala!

Curitiba? É um barato!

by Alexander Cesar on July 12th, 2010

É… estou aproveitando essa semana de férias em um congresso de design em Curitiba e vou te contar: mas que cidade bonita e eu ainda não vi nenhum ponto turístico ainda! A infraestrutura impressiona e eles ainda dão sinais de estarem em fase de expansão. Fantástico!

Sobre o local onde acontece o evento, estou espantado: sabem aquelas fotos de campus que aparecem nos prospectos das universidades no exterior? Pois é… primeiro mundo! Lago, gramados… nossa, dá vontade de ficar o tempo todo ali dentro, estudando e fazendo atividades.

O pessoal acertou em cheio na escolha. Estão de parabéns!

Sobre hospedagem, escolhi ficar em um albergue no centro – o Roma Hostel – para poder curtir um pouco mais da cidade antes de entrar no congresso. Posso afirmar que fiz uma excelente escolha: perto de tudo e de todos, preço justo e, dei sorte, em ver uma companhia de dança de rua fazendo performances em pleno centro da cidade. Muito legal mesmo.

E sim, pessoas são tudo. Sorrisos abrem portas. Sentimentos conectam. Isso aqui é o Brasil! Fico imaginando na época da Copa do Mundo… dá vontade de largar tudo e viajar em cada estado. Já tá aqui, cadastrado na minha ‘bucket list’: separar uma grana para viajar pelo Brasil nos feriados. Se não for de moto, vou de avião. Se não for de avião, vou de buzão. Se não for de buzão, sem problemas: vou curtir os arredores do Rio de Janeiro!

P.S.: Os limites dos estados de SP e MG – ambos com a Nina - serão considerados arredores, ok? É só olhar o google maps… *risos*

Eu e a Ponte Rio-Niterói

by Alexander Cesar on July 12th, 2010

Desde moleque sou apaixonado pela Ponte Rio-Niterói. O dragão de concreto segue serpenteando pela água e vai, majestosamente, cruzando a Baía de Guanabara e ligando o município de Niterói com o município do Rio de Janeiro.

Quilômetros intermináveis de beleza ímpar em qualquer hora do dia ao se avistar uma boa parte da orla do Rio de Janeiro – seria o Pão-de-Açúcar considerado um camarote? -, percorrendo-a por cima ou ainda, uma visão magnífica da Baía de Guanabara quando cruzada por baixo, de onde é possível ter noção exata de tamanha magnitude.

No entanto, ao passearmos por cima, perdemos a calma, mas não perdemos o bom humor, em determinados horários. Que tal às 18:30 de uma sexta-feira sentido Niterói? Ou ainda, 8:00 da manhã em um dia de semana, no sentido Rio? Os mais destemperados poderiam amaldiçoar com todas as forças os quilômetros de engarrafamento somados com a já tão tradicional “bronca” do patrão.

Então… já sabendo que a bronca é inevitável, o sofrimento, com certeza poderá ser opcional. Olha ali pro lado! Um avião decolando do Aeroporto Santos Dummont, contornando o Pão-de-Açúcar e passando bem perto da Ponte! O imenso céu azul colocando a Baía de Guanabara mais azul ainda!

E mais ali embaixo? Uma regata em andamento, provavelmente sendo encerrada na Marina da Glória, com direito a um cortejo de gaivotas que passam tão velozes quando a mudança dos nossos humores ao prestar atenção nesses pequenos detalhes.

A outrora Ponte engarrafada deu lugar a um imenso espetáculo a céu aberto. Tendo em vista um sem número de possibilidades, me coloco na condição de ator coadjuvante dessa peça ao ensaiar um retorno para a casa, sentido Rio, por volta das 23h.

As luzes iluminam o palco, a imensa cidade do Rio de Janeiro na esquerda, assim como a bela cidade Niterói ao fundo. Luzes auxiliares iluminam a via, sempre convidativa a novos passeios. Eis que decido mergulhar de cabeça em um mar de emoções, que vão desde a euforia contagiante até a apreensão quando estamos próximos a atingir um objetivo tão desejado.

As pernas já não tremem, as mãos já não suam, o nariz já não coça, o sorriso se abre, o corpo que se curva e, que atrás da carenagem, o mesmo já se esconde, a marcha que desce, a velocidade que sobe, a ponte que fica e o olhar altivo, feliz, agradecido e debochado de quem sabe o preço de realizar um sonho: liberdade.

Tem dias que a casa cai…

by Alexander Cesar on July 1st, 2010

É rapaziada… nem sempre a gente pode se dar bem. Sabe quando um camarada é tranqüilão na dele, leva aquela vida controlada, pacífica, pacata, do tipo que será assim até o final da vida? Pois bem. Esse daí NÃO sou eu…

Quem me conhece já sabe que eu não tô aqui embaixo pra brincadeira: aqui a chapa é quente o tempo todo e se bater de frente, a casa cai! Mas chega um dia que nego aponta pro nosso telhado e aí já era!

Numa narração ao melhor estilo Tropa de Elite – o DOIS já tá chegando! Filmaço obrigatório -, me lembro de que quando resolvi que deixaria de ser pedestre e motorista para me tornar também motociclista, me lembro também de que não precisaria nem dizer quais foram as reações das pessoas mais próximas: “o silêncio que precede o esporro”!

Mães*, mulher, amigos, conhecidos, colegas de trabalho… muita gente mesmo, olhou pra cima e despejou. Mas aí já era: como missão dada é missão cumprida, o objetivo traçado era o de tirar a carteira e comprar uma moto, eu tirei a carteira e apareci em casa com a Sofia**.

Passados dois anos e o alívio foi geral ao verem que eu tinha largado a vida de motociclista e voltado a ser motorista. Até que a exatamente um mês atrás, veio um novo silêncio. Ele deixou de ser motorista e voltou a ser motociclista. As reações, obviamente, foram muito idênticas a da primeira vez… antes de terem visto a Nina. Tive o cuidado de não queimar cartucho antes do tempo com pessoas chaves, as minhas Mães*, em soltar informações sólidas e seguras para uma outra galera da pesada, os meus amigos mais antigos, e também de avisar com todo o carinho do mundo algumas pessoas que sempre serão importantes, indepentemente de onde é que elas estejam – pausa para olhar pra cima. 

E finalmente, duas semanas após a compra, chegava a Nina de fato e de direito. E na guerra, ou você se corrompe, ou você se omite, ou você cai dentro. Sempre com a 3ª opção ativada por padrão desde o dia do meu Nascimento, fui de casa em casa mostrar que eu estava bem. E ao mesmo tempo, mostrar que estar bem, pode nem sempre significar que você está bem acompanhado, segurei a onda, baixei a bola e dei a cara pra bater.

Pausa para a explicação do Mães*:
“- Eu não tenho uma mãe só: tenho muitas. Um exército!”
Mãe biológica, mães agregadas, mães dos meus amigos e mães que se foram.
Sou um filha-da-mãe de muita sorte, graças a Deus.

No entanto, quando mostrei a Nina, o ditado “mãe é tudo igual: só muda de endereço”, entrou em ação. Incrível como a semelhança no tratamento foi exatamente a mesma: da desconfiança natural de uma situação adversa ao acolhimento natural de “amo o meu filho, se você vai amar ele, é problema seu”, para a aceitação com o coração na boca do tipo: “que Deus proteja esse menino e você…”. Entenderam a relação de prioridade implícita do “primeiro eu, depois ela”?

Ontem, após a revisão dos 1000km, fui visitar a minha mãe biológica no trabalho. Ela era a última que faltava. A reação seria idêntica a das outras, no entanto, tudo aquilo que deixou de ser verbalizado mas que era fortemente sentido pelo Exército, seria detonado por ela.

Fiz o blog com a intenção de mantê-la informada… e ao mesmo tempo, esqueci de dar o bizu: “mãe, acessa aí!”. Um email com as fotos da Nina já havia sido enviado para rolar o amaciamento, mas nada substituiu o impacto ao vivo, sem a camada de proteção desse blog.

Foi certeiro, absurdamente eficaz, fulminante e devastador. Segue o diálogo na íntegra:
- Ai meu filho, estou tão feliz por você! Você tá muito feliz! Isso é ótimo! Ah! Eu tô vendo ela daqui!
- Mãe, larga de ser coruja, você está vendo uma moto na frente dela: eu sou mais alto que você e não consigo vê-la daqui…
50 metros depois e EM FRENTE a Nina… veio O Silêncio. Parecia uma eternidade de 10s, que quando acabou, me deixou em silêncio.
- Porra Alexander! Você comprou uma moto de corrida?!

Não adianta ligar, mostrar que não é bem assim, porque contra fatos não há argumentos. A verdade depende somente do ponto de vista: seja do seu, do meu, do outro… é isso o que importa. E ela formulou a dela, assim como eu já tinha a minha. Ela aceitou, mas não sem antes dizer:
- Quando você chegar em casa, você vai me ligar.

Esperta… já conhecendo o filho que tem – todas as mães sempre sabem do que o seu filho é capaz de fazer, a diferença é que tem determinadas coisas que elas realmente não acreditam que a gente faça! – já sabia em quanto tempo levaria para chegar em casa, com engarrafamento e tudo… então liguei exatamente na hora em que ela esperava a ligação.

Esperto eu? Claro que não. Mas faz bem aos nossos corações verdades distintas. Ela sabe disso, eu sei disso, todos nós sabemos disso, então por que não continuarmos com a convivência pacífica?

- É Nina, ao que parece, vamos pegar muita estrada pela frente… e vai ser do nosso jeito. Me segura!

Sofia**?
Outro post.

Férias, Nina e Eu, nessa ordem!

by Alexander Cesar on June 30th, 2010

Bom… depois de muito esperar, finalmente chegou o período de férias.

Agora, imagine: Eu e a Nina.
Simples assim: acabei de voltar da casa da minha madrinha. Com um bendito Ford Ka na minha frente até a rua de acesso ao shopping. Aí tinha um pedacinho de reta que logo virava uma curva…
Coitado do Ford Ka… deve estar até agora se perguntando que diabos passou por ele.

Amor, estou indo ao médico ser examinada cuidadosamente. Não tenha ciúmes, ok?

Não satisfeito, sinal vermelho! Parece que fazem de sacanagem: “Nina, sinal!”
A bichinha fica estressada… não nasceu para ficar parada. Sempre em movimento…
Aí vou e paro entre dois carros, que não demora muito, já estou no 3º sinal e eles estão entre o 1º e o 2º. Só 200m de distância e garantia de paz até o retorno tranquilo até a minha casa.

Amanhã (hoje) tem revisão de 1000km às 9 da matina. Só de saber que eu vou pegar o túnel da L.Amarela depois do pedágio… ô coisa boa! Subidão… sem vento… velocidade real… e sem placa…. não sei não… acho que eu não vou resistir! rs

Vou sim, somos um casal comportado! hahahahaha!
Fui!
Ride Safe!

Dando uma geral na casa

by Alexander Cesar on June 29th, 2010

De vez em quando, eu preciso limpar os bicos… aí nessa (vide vídeo abaixo), achei uma maneira muito foda de botar umas musicas na pressão aqui na minha casa nova. Graças ao poderoso e sagrado tubarão martelo, Grooveshark.

Provavelmente algumas dessas músicas eu tenho no celular e mando direto via bluetooth para o capacete, quando tenho que dar as minhas escapadas no final de semana.

E só para tranquilizar a minha velha: não se preocupe porque eu não estou correndo! Nem cheguei a 200km/h ainda  e prometo que não vou tomar uma multa por excesso de velocidade. Só aquela de avançar o sinal numa rua sem saída em que nunca estive na minha vida justamente no único dia em que dormi na sua casa, a 250km de distância do local do ocorrido é que foi foda… ô indústria de multas do kct!

Próxima modificação: papéis de parede turbinados para trocar no fundo do site. Já fiz o código aqui na mão, mas deixa pra fazer isso amanhã, quando sair de férias! Brasil sil sil sil!

Nina!

by Alexander Cesar on June 26th, 2010

Primeiro post de uma série de muitos.

Bom, a quem interessar possa, estou namorando. O nome da felizarda? Nina!

A paixão, em vermelho!

Quem é a Nina? É a simpática figura que quando passa por você na Linha Vermelha ou na W.Luiz nos finais de semana, você fica com a sensação de que o mundo parou, você parou, tá tudo parado… exceto ela. É a tentação em vermelho, o meu amor, a minha paixão… que passa por você, passa assim, feito um foguete(!!!) em uma velocidade desconhecida. O que importa é o rastro da lanterna e o fato de você, no seu íntimo, saber que naquele momento, você não estava sozinho.